Dez histórias que vão
mudar o mundo. Pelo menos para os motoristas de camião.

 

O novo Volvo FH foi criado com um objectivo bem definido: o motorista. Porque contratar e manter os melhores motoristas é fundamental em termos de rentabilidade.

O Volvo FH irá ajudá-los a fazer um trabalho ainda melhor – e a poupar até 10% de combustível. Dispõe de várias novidades a nível mundial que resultam em condução mais segura, cargas mais rápidas, redução da fadiga e aumento da produtividade.

Esta revista dá-lhe a conhecer as dez principais notícias, todas dedicadas ao que interessa: A sua rentabilidade.

Leia a primeira notícia aqui

Ver
melhor
O novo Volvo FH a partir de seis ângulos diferentes
 
 

Design

“O design é uma celebração dos motoristas de camiões.”
Rikard Orell, director de design

Quando entramos no estúdio de design utra-secreto, Asok George pára à frente do novo Volvo FH.

“Sempre que o vejo, tenho de parar uns momentos e observar. Tudo é novo, mas não há dúvidas que é um Volvo.”

Asok George é o responsável pelo design de exteriores do novo Volvo FH, mas uma personalidade distinta foi uma prioridade para todos os elementos da equipa de design.

“Com um pára-brisas inclinado, o Volvo FH sempre foi fácil de distinguir. E continuará a ser”, diz Asok George.

Agora, com o pára-brisas mais vertical para permitir mais espaço na cabina, o ângulo do tejadilho é ainda mais importante. Graças a isso, a cabina continua a ter um perfil inconfundível.

Carina Byström, designer de interiores.

“Quando estiver ao volante de um Volvo, não deverá passar despercebido. O nosso objectivo é fazer com que seja o camião mais facilmente reconhecido na estrada”, diz Asok George.

É possível andar de um lado da cabina para o outro. Asok George e Rikard Orell, director de design da Volvo, destacam diferentes características e detalhes. As juntas bem unidas entre peças da carroçaria, a montagem e os acabamentos precisos que foram conseguidos. Linhas e curvas na cabina, a que os designers chamam gráficos. Neste caso, o objectivo foi criar uma forma sólida e não uma parte frontal e duas laterais. É por isso que as linhas e os gráficos continuam em torno de toda a cabina.

Mas muito mais importante do que as linhas é a postura – a atitude do camião.

“Sim, isso é vital. Deve expressar a eficácia e a dinâmica do camião. Deve parecer que está em movimento mesmo quando está parado”, diz Asok George.

O novo Volvo FH parece inclinar-se para a frente, com as rodas agarradas ao solo, pronto a disparar. Essa impressão é, em parte, transmitida pelos gráficos, sendo o design das cavas das rodas e do guarda-lamas uma área importante. A extremidade superior dos rebordos das cavas das rodas está inclinada para a frente e para baixo, criando uma linha dinâmica que reforça a forma do arco da roda.

“A Volvo é uma marca que se preocupa com as pessoas.
Esperamos que isso se note no design.”

Entramos na cabina. Agora saímos da área de design de Asok George e entramos no domínio da designer de interiores Carina Byström.

O interior é arejado e iluminado, apesar de os níveis de iluminação no estúdio estarem muito longe da luz do dia. A portinhola no tecto, que se dobra como tejadilho solar, faz parte do motivo, mas a cabina tem globalmente janelas maiores.

“O design aumenta a sensação de espaço na cabina. É por isso que trabalhámos com linhas compridas e amplas e criámos superfícies limpas”, diz Carina Byström.

“Por exemplo, o painel de instrumentos. Esta linha vai de um pilar A ao outro, realçando a amplitude da cabina”, acrescenta Rikard Orell.

Tal como o exterior, o design no interior da cabina deve expressar a filosofia da Volvo e a herança escandinava.

“Os contornos e as formas devem ser verdadeiros”, diz Rikard Orell. “Não complicados ou artificiais.”

Asok George, designer de exteriores.

O esquema de cores da cabina é completamente novo. A cor dominante é clara, subtil e “muito escandinava”. Mais perto do solo, os tons são mais escuros, tornando-se mais claros à medida que se sobe, abrindo a cabina e melhorando a atmosfera espaçosa.

As formas amplas estão por todo o lado. A inspiração veio do estilo bentwood de design de mobiliário sueco, popular desde 1930. A impressão transmitida é de técnica e robustez. Mas a cabina não tem madeira.

Muito do trabalho foi dedicado às superfícies e aos materiais. As exigências ao nível do material são altas – o desgaste é um problema e tudo tem que durar.

“A qualidade é importante, os nossos clientes são exigentes a esse nível. E devem sê-lo”, diz Rikard Orell.

Outro detalhe que dá ao Volvo FH um perfil distinto são os espelhos laterais.

“Quisemos fazer os espelhos mais estreitos para não taparem tanto a visibilidade. Agora, todo o espelho roda, em vez de ser apenas o vidro dentro de uma grande caixa”, diz Asok George.

Os espelhos mais estreitos também reduzem a resistência ao vento. Apesar de ser mais alto do que o seu antecessor, líder em termos de aerodinâmica, o novo Volvo FH é igualmente aerodinâmico.

Até as cores do exterior ajudam a produzir uma primeira impressão que perdura.

“Tornando os cantos mais arredondados, conseguimos criar uma cabina com ligeiramente menos resistência aerodinâmica”, diz Asok George.

A firme colocação de peças da cabina também contribui para isso. Por exemplo, a junção entre a parte inferior e superior da cabina está completamente unida. Isso cobre o motor, a suspensão e detalhes que, de outra forma, ficariam visíveis no intervalo.

“O camião é mais unido a toda a volta. Como resultado, o ar corre à volta da cabina e não pela cabina. Isso é incrível em termos de aerodinâmica e reduz ainda mais o consumo de combustível”, diz Asok George.

O design transmite auto-confiança sem ser agressivo. A ideia, obviamente, é atrair transportadores e motoristas.

“Em anos recentes, o valor de um motorista qualificado subiu drasticamente. Conduzir um camião é uma arte. Para mim, o design é uma celebração dos motoristas de camiões de todo o mundo”, diz Rikard Orell.

Mas os motoristas não são os únicos que devem ficar satisfeitos.

“Os transportadores são nossos clientes e a sociedade também – todos os que têm contacto com o camião quando está a ser utilizado. É óptimo que as pessoas achem os nossos camiões fantásticos, mas não devem ficar intimidadas por eles”, diz Rikard Orell.

“A Volvo é uma marca que se preocupa com as pessoas. Esperamos que isso se note no design”, diz Asok George, que olha para o camião uma última vez antes de voltar a ser colocada a cobertura cinzenta. .


 
O teste
definitivo

Controlo

Bastidores

“Pensava que todas as acrobacias imagináveis já teriam sido feitas. Estava errado.”
Peter Pedrero, coordenador de acrobacias

O que se vê neste filme é real. Alguns dirão que é um exagero. Nós achámos que era uma forma empolgante de demonstrar a precisão e o controlo do novo Volvo FH. Tínhamos razão ou não?

Alan Jones carrega no pedal e 750 cavalos entram em acção. Ao mesmo tempo, um segundo Volvo FH começou no outro lado da auto-estrada. A velocidade aumenta e os dois camiões andam paralelamente de ambos os lados do separador. Depois afastam-se, apenas um pouco, esticando a linha que liga os atrelados.

Pelo espelho retrovisor, Alan consegue ver Faith Dickey em pé no tejadilho do outro atrelado, preparada para andar sobre a linha. O vento abana as suas roupas. Será ela capaz de andar na sobre a linha entre os camiões sem cair?

Encontramo-nos com Faith Dickey mesmo antes de realizar este grande teste, enquanto a equipa de filmagem prepara as câmaras nos camiões e no helicóptero. Cada passo que der será gravado.

“Já andei em cordas bambas entre picos 1.200 acima do solo”, diz Faith. “Mas isto é diferente. Os motoristas são fantásticos, mas seja qual for a condução, a corda mexe-se em todas as direcções. E sempre que há uma ligeira irregularidade na estrada, a corda começa a saltar para cima e para baixo.”

Faith Dickey é americana e um dos grandes nomes do slackline. É um desporto recente que começou quando alpinistas começaram a esticar cordas de nylon entre árvores e eventualmente entre picos rochosos.

  • Robin Earle, chefe de instalação
  • Faith Dickey, equilibrista de slackline detentora de recordes mundiais
  • Faith a praticar enquanto os camiões estão imobilizados.
  • Peter Pedrero, coordenador de acrobacias
  • Alan Jones, motorista de precisão

Agora este desporto está em rápido crescimento, para o que muito contribuem os fantásticos vídeos no YouTube. A Faith tem o recorde mundial feminino de highlining: 81 metros e a distância maior de solo livre feminino de 26 metros, ou seja, sem corda de segurança para a salvar em caso de queda. Mas nunca lhe passaria pela ideia fazer slackline entre dois camiões em movimento sem corda de segurança, em grande parte devido à velocidade do vento.

“É muito difícil ter a ideia do vento que corre no tejadilho quando os camiões ganham velocidade. Ainda por cima, há rajadas de vento vindas da montanha e um forte efeito de túnel de vento criado pelos camiões.”

A vista é deslumbrante. Estamos num troço de auto-estrada quase terminado nas montanhas entre Split e Dubrovnik, na Croácia. Dado que a estrada ainda não está aberta ao público, podemos fazer o nosso teste sem olhares indiscretos e sem trânsito.

A segurança é fundamental para a Volvo – e para Peter Pedrero, o coordenador de acrobacias do nosso filme.

“Primeiro pensei que nunca resultaria”

“As acrobacias não toleram descuidos. A segurança está sempre em primeiro lugar. É preciso estar sempre preparado para o pior cenário possível e planear como lidar com isso. Preparação e planeamento meticulosos valem ouro”, diz Peter Pedrero.

“Pensava que todas as acrobacias imagináveis já teriam sido feitas. Estava errado. Destruir barcos a 40 nós, capotar com carros em chamas, tudo normal num dia de trabalho. Mas nunca ninguém andou sobre uma corda entre dois camiões em movimento. Parece ser um enorme desafio e são os desafios que me fazem dar o máximo.”

O teste exige imenso aos motoristas. Alan Jones é um motorista de precisão com uma longa história de filmes no seu passado. Jens Karlsson, que conduz o outro camião Volvo FH, fez inúmeros testes de condução para a Volvo durante a sua carreira de 23 anos como motorista de camiões.

“Não sei se seria possível fazer isto com qualquer outro camião”

“Nunca fiz nada mais difícil do que isto. Exige uma precisão incrível. Basta desviar-me alguns centímetros para que a corda fique com folga e a Faith caia”, diz Jens Karlsson.

Muito depende dos dois camiões. Este é o teste definitivo de controlo e estabilidade na estrada para a nova série Volvo FH. Novidades a nível mundial como a direcção com cremalheira e pinhão e a suspensão dianteira independente são dois elementos que permitem aos motoristas conduz com tanta precisão. (Saiba mais sobre a tecnologia no artigo seguinte).

“Não sei se seria possível fazer isto com qualquer outro camião”, diz Jens depois de treinar com a Faith na corda, dia após dia, durante muitos longos dias.

A auto-estrada fechada consiste numa recta, uma longa curva e, depois dessa curva, dois túneis. Antes de os camiões passarem pelos túneis, a Faith terá de conseguir passar para o outro lado. Depois disso, a corda é rebentada.

“Primeiro pensei que nunca resultaria”, diz Faith. “Não parávamos de praticar e estava sempre a cair. Mas depois senti que era possível, que podia andar os nove metros para o outro camião a tempo.”

Ela parece concentrada. Agora que os treinos acabaram, as câmaras estão a filmar e está na altura de descobrir. Conseguirá a Faith passar para o outro lado?

Os camiões avançam pela auto-estrada. A Faith tenta dar os primeiros passos na corda. O helicóptero passa com a sua lente telefotográfica pela abertura da porta. A velocidade do vento é brutal no tejadilho do atrelado, onde estamos sentados, mas a Faith continua a avançar. Os camiões fazem a curva e os túneis aproximam-se rapidamente. A Faith vacila... .


Parece que estamos a conduzir um carro

Duas notícias de nível mundial elevam o controlo em estrada a patamares ainda mais altos. Com suspensão independente e direcção de cremalheira e pinhão, o Volvo FH tem acesso a qualidades anteriormente disponíveis apenas em veículos de passageiros.

Numa estrada estreita e irregular, pode ser difícil manter um camião na rota correcta.

“Um carro na mesma estrada é normalmente mais fácil de controlar. O condutor senta-se numa posição muito mais baixa e tem margens maiores”, diz Niklas Fröjd, especialista em dinâmica de veículos da Volvo.

O carro tem outra vantagem – suspensão individual. Cada roda do carro tem um eixo próprio, pelo que pode rodar de forma independente das outras.

“Num camião, cada par de rodas tem que partilhar um eixo. Assim, uma roda afecta grandemente o movimento da outra”, explica Niklas Fröjd.

O novo Volvo FH equilibra um pouco as coisas. Opte pela nova Suspensão Dianteira Independente (IFS) da Volvo para ter acesso a qualidades de controlo na estrada muito superiores a qualquer outro veículo pesado.

”A sensação de conduzir um carro vem de série em todos os novos camiões Volvo FH. Mas a IFS dá-lhe ainda mais expressão. O camião desvia-se ainda menos nas curvas e dispara nas rectas como uma flecha, mesmo que a estrada seja irregular”, diz Niklas Fröjd.

A IFS é uma condição prévia para a outra notícia mundial dos camiões pesados – a direcção de cremalheira e pinhão.

“Com a IFS, o camião desvia-se ainda menos nas curvas”

Dominante na indústria dos automóveis, esta tecnologia melhora a sensação de controlo ao nível da direcção e do contacto com a estrada. Quando se vira o volante num veículo com direcção de cremalheira e pinhão, as rodas respondem imediatamente, ao contrário de uma suspensão convencional com recirculação de esferas, que normalmente apresenta folgas.

“A diferença entre conduzir um camião e conduzir um carro nunca foi tão pequena”, diz Stefan Axelsson, que lidera o grupo da Volvo que desenvolveu as novas qualidades de controlo.

Algo que é normalmente esquecido quando falamos de controlo é a forma como afecta a eficácia do motorista e, por sua vez, a viabilidade da empresa.

“Boas propriedades de controlo tornam a condução menos cansativa. Isso ajuda o motorista a permanecer alerta e a conduzir com segurança”, diz Stefan Axelsson.

“Além disso, um motorista atento é um melhor representante da empresa quando se chega com a entrega do cliente.”

Todos os modelos têm uma nova suspensão, molas amortecedoras mais potentes e um chassis completamente novo

Em todos os novos camiões Volvo FH, muitos dos melhoramentos são ao nível da geometria. Os amortecedores e componentes do chassis têm novos ângulos, tornando o chassis mais robusto.

“Um exemplo são as molas de suspensão na parte de trás da cabina. Foram afastadas 25 cm, o que aumenta o amortecimento de guinadas em mais de 50%”, diz Stefan Axelsson.

Outro avanço importante é a suspensão traseira, que anteriormente transmitia o choque das rodas para o chassis.

“Agora os amortecedores têm um novo ângulo que transfere a energia para o atrelado”, diz Stefan Axelsson.

Foram feitos ajustes semelhantes em várias áreas do Volvo FH, que recebeu molas de suspensão mais fortes. Na globalidade, isso melhorou o amortecimento de guinadas em 100%. .

O que está à vista é o que poupa

Combustível

O novo Volvo FH poupa até 10% de combustível – e cumpre a norma Euro 6.

Notícias do mundo!

Eficiência e potência. Trata-se de uma combinação que ninguém achava ser possível, especialmente cumprindo a norma Euro 6. Mas graças a avanços tecnológicos como a nova linha motriz, o I-Torque, a nova série Volvo FH poupa até 10% de combustível.

“Ao mesmo tempo, estabelece um novo padrão de características de condução. A aceleração é fantástica”, diz Mats Franzén, responsável pelas estratégias de motor na Volvo Trucks.

Sente-se a resposta assim que se carrega no acelerador. A potência aumenta imediatamente e continua a aumentar até à velocidade máxima. Sem interrupções, e sem quebras em subidas e curvas.

A quebra apenas se nota no consumo de combustível. Num ano, a poupança é superior a 4.100 litros por 140.000 quilómetros.

“Estamos sempre a trabalhar no âmbito da eficiência de combustível para poupar uma gota aqui e outra acolá. Mas isto é completamente diferente, já que estamos a reduzir o consumo de combustível até 10% de uma só vez – é revolucionário”, diz Mats Franzén. E isso apesar de se saber bem que a norma Euro 6 significa gases de escape mais limpos à custa de um maior consumo de energia – na verdade, a maioria dos fabricantes está a contar com um aumento do consumo de combustível em vários pontos percentuais.

Como as caixas de velocidades utilizadas nos desportos motorizados, o I-Shift 2 tem dupla embraiagem, pelo que muda de velocidades numa fracção de segundo.

“O sucesso da Volvo prende-se com várias inovações que funcionam em conjunto. A mais importante é o I-Torque, a nossa nova linha motriz para longo curso. Mas o I-See também contribui enormemente”, diz Mats Franzén.

O I-See permite ao camião memorizar subidas e mudar de velocidades de forma ideal para poupar combustível. (O I-See já está disponível com Euro 5. Saiba mais sobre o I-See no artigo seguinte.)

A nova linha motriz é uma evolução de uma variante do eficaz motor D13 da Volvo, mais eficiente quando funciona com um regime de rotações mais pequeno e baixo – entre 900 e 1.200 rotações por minuto.

“O motor é mais eficaz a rotações muito baixas. A fricção é menor, verificando-se menos injecções e combustões. O motor muito simplesmente respira com maior facilidade”, explica Christian Nilsson, gestor de projectos dos novos motores Euro 6.

O novo motor D13, Euro 6
gera um binário mais alto a rotações mais baixas.
O I-Shift 2 da Volvo é a primeira transmissão com duas embraiagem para veículos pesados de mercadorias.

“É uma experiência única conduzir em auto-estrada e ver o conta-rotações sempre tão baixo. Acelera-se sem subir as rotações, e o motor quase não se ouve.”

Isso é possível graças ao binário superior de 2.800 Nm. Graças à tecnologia turbo desenvolvida recentemente, a potência é também maior a baixas rotações. Isso faz com que os 460 cavalos de potência pareçam muito mais, apesar de o motor ser tão económico.

Mas trabalhar com rotações tão baixas não teria sido possível sem a nova transmissão, o I-Shift 2. Tem dupla embraiagem, pelo que pode mudar de velocidade muito mais rapidamente, sem perder potência.

“A sensação é simplesmente mágica. A potência está sempre presente, não se perdendo nada nas mudanças de velocidade. Simplesmente flui, com suavidade e silêncio”, diz Björn Lyngsjö, gestor de projectos da I-Shift 2.

São utilizadas caixas de velocidades semelhantes nos desportos motorizados, começando a aparecer nos automóveis de passageiros, mas a Volvo é o primeiro fabricante do mundo com esta tecnologia num veículo pesado de mercadorias.

“É como ter duas caixas de velocidades I-Shift para mudar numa fracção de segundo. Quando se começa a conduzir em primeira numa caixa, a segunda já está engrenada na outra”, diz Björn Lyngsjö.

“Agora já é possível acompanhar automóveis depois de um semáforo”

“Agora já é possível acompanhar automóveis depois de um semáforo ou de portagens numa auto-estrada. Ganha-se velocidade rapidamente e depois é fácil manter sempre uma velocidade constante, mesmo que existam muitos declives. Isso representa um aumento de produtividade”, diz Björn Lyngsjö.

Curvas apertadas também são mais fáceis de gerir com o I-Shift 2.

“As mudanças de velocidade a meio de uma curva não são problema – a potência está sempre presente. Um dos pilotos de teste disse que parecia que as rodas motrizes se colavam à estrada.”

A nova linha motriz I-Torque só está disponível com o novo motor Euro 6.

“Mas mesmo com a actual linha motriz Euro 5, é possível poupar muito combustível. Assim, quem comprar um novo Volvo FH já terá um camião muito mais eficiente com a ajuda do I-See e outros melhoramentos”, diz Mats Franzén. .


O primeiro camião a
memorizar inclinações
Tente fazer melhor. Tem 10 segundos para memorizar as inclinações
Você: 0
I-SEE: 0
00:00
A SUA VEZ A VEZ DO I-SEE

    Economia de combustível, mesmo nas inclinações mais ligeiras

    Notícias do mundo!

    A primeira vez que subir uma inclinação no novo Volvo FH, o I-See irá memorizá-la. Na próxima vez que por lá passar, irá gerir a velocidade e engrenar as mudanças automaticamente, poupando até 5% de combustível. O I-See é uma grande evolução e está disponível com a norma Euro 5.

    “Trata-se de tecnologia intuitiva no seu melhor. Pode-se pensar que inclinações mais íngremes significam maior poupança, mas é realmente mais eficaz em inclinações suaves”, diz Anders Eriksson, responsável pelo I-See da Volvo.

    Como o I-See poupa combustível memorizando as inclinações.

    Quando o camião passa por uma ondulação que já memorizou, o I-See ajuda a transmissão inteligente (I-Shift) a gerir a velocidade e mudanças de velocidade com a máxima eficácia de combustível. Ao todo, executa seis manobras diferentes para reduzir o consumo de combustível. Por exemplo, acelera a tempo para tirar o máximo partido da força da gravidade, evitando a utilização desnecessária do motor.

    “Este é o tipo de coisas que os motoristas qualificados já fazem. Mas depois de oito horas a conduzir um camião, é possível que não saia tudo tão bem. Com o I-See a gerir as inclinações, pode concentrar-se noutros aspectos da condução”, diz Anders Eriksson.

    Em conjunto com a configuração mais eficiente do cruise control, o consumo de combustível pode ser reduzido até 5% em percursos em que o I-See seja utilizado. Até que ponto se consegue poupar depende da frequência com que se utiliza o I-See. E como se actualiza automaticamente, não são necessários mapas nem actualizações. Isso também poupa dinheiro.

    Mesmo que o I-See seja um enorme melhoramento ao nível da poupança de combustível, existem vários outros factores importantes. Um desses factores é a própria I-Shift, a transmissão automática de doze velocidades da Volvo, que selecciona a mudança ideal para poupar combustível.

    “Quando descobrir como muda de velocidade com tanta rapidez e suavidade, compreenderá o motivo pelo qual a I-Shift é tão popular entre os motoristas”, diz Anders Eriksson. .

    O I-See inclui funções para seis diferentes fases de uma subida

    acelera antes de começar a subir evita reduções de caixa no topo de inclinações, se possível reduz a velocidade antes de uma descida fica em roda livre antes de uma descida permite uma travagem ideal em descidas liberta o travão na parte mais baixa

    Todas as
    gotas
    contam
     
    TODOS OS CORPOS BEM-VINDOS Escolha um motorista e regule o banco

    Trabalho

    Alto ou baixo, magro ou forte, todos os motoristas têm uma posição confortável. O novo banco do condutor tem melhores protecções e é mais versátil.

    O segredo está no volante. Com a regulação adicional do próprio volante, uma função que evoca associações luxuosas, o volante pode ser inclinado, e não apenas elevado e rebaixado como antes.

    “Quando os braços descem um pouco, a condução melhora”, diz Peter Johansson, engenheiro de design Volvo.

    Juntamente com funções de elevação e rebaixamento, as rodas podem chegar a um ângulo de 40 graus, sendo que 10 são graças à função de inclinação. Um volante mais vertical faz com que o Volvo FH se pareça mais com um carro convencional. Para esta sensação também contribui a Suspensão Dianteira Independente, uma novidade mundial no Volvo FH.

    “O Volvo FH é o primeiro com regulação adicional do volante. O segredo está no volante.”

    Os motoristas altos, em particular, vão gostar do aumento da área ajustável do banco do motorista. O banco pode recuar mais no novo Volvo FH, 4 centímetros para ser preciso. Na globalidade, o banco pode deslizar até 24 centímetros numa direcção longitudinal (o melhor da classe). A distância de elevação ou rebaixamento do novo banco é de 10 centímetros.

    O banco também tem uma nova forma. Entre outras coisas, melhorou o suporte lateral e permite ter um suporte mais longo das pernas. Mas esta é uma área complicada: um suporte das pernas muito pequeno não é bom, muito grande também não é bom, dado que dificulta entrar e sair do banco.

    “O novo banco é fantástico que se percebe que foi concebido para funcionar motoristas com quase todas as formas e tamanhos”, diz Peter Johansson. .


    • Um rápido olhar deve ser suficiente para saber o que é preciso. É essa a ideia na base do novo e claro painel de instrumentos. Os botões e controlos certos estão na ponta dos seus dedos. E os botões mais utilizados são facilmente colocados mais perto da mão.

    • A

      A. Monitor de informações do motorista

      Integrado no velocímetro com indicadores e manómetros digitais, o monitor de informações do motorista disponibiliza as informações mais importantes com um rápido olhar. Além disso, o motorista pode personalizar o monitor e escolher até três manómetros preferidos, utilizando os controlos no volante.

    • B

      B. Monitor secundário

      Integrado no painel de instrumentos, o SID, ou Monitor de Informação Secundário, tem um avançado ecrã novo para navegação, até 4 câmaras, a sua música e telemóvel – e comunicações Dynafleet.

    • C

      C. Áudio e visual

      Todos os sons de informação foram refinados para garantir clareza sem serem irritantes. Os controlos iluminados têm agora uma fonte de luz uniforme e a luminosidade é controlada pelo motorista.

    • C

      C. Áudio e visual

      Todos os sons de informação foram refinados para garantir clareza sem serem irritantes. Os controlos iluminados têm agora uma fonte de luz uniforme e a luminosidade é controlada pelo motorista.

    • D

      D. Comandos no volante

      Um interruptor no volante permite-lhe gerir o grupo de instrumentos do motorista e o monitor secundário. Os próprios botões são mais ergonómicos – entre outras coisas, uma roda ajuda a controlar os instrumentos e a ver os menus.

    • E

      E. Interruptores basculantes amovíveis

      Existem mais interruptores basculantes e muitos são amovíveis. Cada botão amovível está associado a uma função, e essa função acompanha-o quando é deslocado.

    • F

      F. Símbolos claros

      Todos os símbolos dos botões e controlos foram redesenhados a pensar em continuidade e clareza.

    • G

      G. Hastes de comando ergonómicas

      Todas as hastes e controlos receberam um design mais ergonómico. Encontram-se rapidamente e os botões integrados são fáceis de utilizar, sem ter de tirar os olhos da estrada.

    • H

      H. Painel preto

      O monitor digital pode funcionar em modo de painel preto, em que tudo, excepto os instrumentos obrigatórios por lei, estão obscurecidos. Quando o veículo está parado, até o ecrã pode ser obscurecido.

    Reduzindo o tempo que um motorista precisa de desviar os olhos da estrada, reduz-se o risco de acidente – foi esta a forma de pensar ao conceber o painel de instrumentos do novo Volvo FH. Tal conduziu a uma maior flexibilidade no painel e a menos distracções visuais.

    Os designers esforçaram-se para se livrar de todos os elementos de distracção na linha de visão do motorista. Superfícies lisas e limpas tornam o ambiente de condução ainda mais harmonioso. Um bom exemplo é o monitor secundário (SID), que foi integrado no painel de instrumentos e não perturba o campo de visão.

    “Ter o elemento certo no sítio certo não se aplica apenas aos instrumentos”

    Outro aspecto importante foi o melhoramento da qualidade de imagem dos ecrãs.

    “Os novos ecrãs têm melhor contraste, nitidez e cor. Também é mais fácil navegar nos menus e encontrar o que se procura”, diz Nina Theodorsson, que tem trabalhado com o painel de instrumentos. Isto permite localizar mais facilmente as informações.

    Ter o elemento certo no sítio certo não se aplica apenas aos instrumentos. Os botões e as hastes necessárias para controlar o veículo também devem ser fáceis de ver e de utilizar. Por esse motivo, os botões apresentam agora superfícies que permitem distingui-los com os dedos, e uma sensação de clique distintiva.

    Porque um bom motorista é fundamental em termos de rentabilidade.

    “O motorista ou transportador pode simplesmente reorganizar as posições de diversos botões, de forma a que as funções utilizadas com maior frequência fiquem mais acessíveis”, diz Nina Theodorsson.

    Os botões fixos foram colocados sobretudo perto da área que controlam. Existem botões na porta para as janelas e os espelhos laterais, e no tecto para a luz intermitente amarela, o microfone, etc.

    “Estes encontram-se nos locais onde é mais provável procurá-los”, diz Nina Theodorsson.

    A posição e o design dos controlos são medidas passivas que ajudam o motorista a encontrar rapidamente as informações necessárias. Existem também medidas activas que sofreram desenvolvimentos adicionais – o sistema de informações do motorista é uma delas. Este pode decidir adiar uma chamada telefónica recebida numa situação em que o motorista precisa de se manter totalmente concentrado. A chamada é depois ligada imediatamente a seguir.

    “Outro exemplo é a função de sensor de ângulo morto, que possui agora uma luz vermelha mais forte e um aviso sonoro mais audível”, diz Nina Theodorsson. “Em conjunto, estas alterações contribuem para criar um ambiente de trabalho mais seguro para os motoristas e reduzir os danos no camião”.

    “Agora, os motoristas podem manter os olhos onde estes devem estar – na estrada”. .

    Descubra quantos
    camionistas cabem no novo Volvo FH

    Espaço

    Peter Johansson é um dos responsáveis pelo desenvolvimento da nova cabina. Ele fala-nos do desafio que representar criar um ambiente de trabalho efectivo que também seja um ambiente doméstico descontraído. A chave foi uma cabina com mais espaço.

    O primeiro passo foram os pilares A verticais. A nova cabina também é mais alta e o piso mais baixo. A altura do túnel do motor foi reduzida em metade, o que facilita as movimentações na cabina.

    ”Agora, todas as cabinas têm altura suficiente para uma pessoa em pé no interior. Os pilares A verticais acrescentam dez centímetros de ar entre o motorista sentado e o pára-brisas. Toda a cabina é mais leve e arejada”, diz Peter Johansson, responsável pela ergonomia da cabina.

    “Agora, todas as cabinas têm altura suficiente para uma pessoa em pé no interior”

    Na totalidade, a cabina cresceu um metro cúbico. Mais ar, mas também mais espaço para arrumos.

    “Onde quer se que sente na cabina, existem espaços para arrumos ao alcance de uma mão. Por exemplo, as novas pequenas prateleiras acima das portas. São ideais para as pequenas coisas normalmente necessárias no entra e sai da cabina”, diz Peter Johansson.

    A área aumentada do vidro aumenta a sensação de luz e espaço. O pára-brisas e as janelas laterais são maiores. Também é possível ter uma janela lateral adicional, se desejar.

    ”A agora também entra muita luz por cima, graças ao grande tecto de abrir que também funciona como saída de emergência”, diz Peter Johansson. .


    O que levaria consigo a bordo
    - se tivesse 300 litros de espaço adicional para arrumos?

    Arrumos inteligentes para uma vida compacta

    O metro cúbico de espaço adicional na nova cabina foi bem utilizado. Não apenas com espaço para arrumos adicional, mas com ideias novas e funcionais que tornam mais fácil levar artigos pessoais a bordo – e utilizá-los.

    A qualidade de vida no interior da cabina é melhor por design. Uma das muitas ideias funcionais são as coberturas de enrolar dos compartimentos para arrumos, que impedem os objectos de cair.

    “Optámos pelas coberturas de enrolar porque contribuem imenso para a sensação de qualidade no interior – mas, mais importante ainda, podem ser abertas completamente sem ocupar espaço no interior da cabina”, explica Peter Johansson, responsável pela ergonomia da Volvo Trucks.

    Os compartimentos frontais superiores ficaram maiores e têm prateleiras amovíveis. Isso facilita a organização de objectos, mantendo-os no lugar. Os compartimentos superiores na parte de trás da cabina estão disponíveis com diferentes alturas, permitindo a optimização do espaço, com ou sem uma cama secundária.

    “Estes compartimentos têm coberturas de enrolar que se abrem lateralmente, como um armário em casa, e luzes que se acendem automaticamente quando são abertos”, diz Peter Johansson.

    “Optámos pelas coberturas de enrolar porque contribuem para uma sensação de grande qualidade”

    Até existe um secador retráctil para roupa molhada nos dias em que o motorista é apanhado pela chuva.

    “O secador é um saco de tecido com uma ventoinha no fundo. Quando não está a ser utilizado, só tem de o dobrar e arrumar. É perfeito para um casaco e artigos mais pequenos como chapéus ou luvas”, diz Peter Johansson.

    Se preferir, pode optar por um frigorífico na prateleira em cima da cama, ou colocado debaixo da cama com as gavetas para arrumos na parte inferior.

    “A capacidade do frigorífico aumentou de 22 para 33 litros e inclui um congelador. Isso permite guardar mais comida e ter pacotes e garrafas de leite em pé. Há até espaço para garrafas de plástico de 1,5 litros, para que as bebidas ainda estejam geladas quando as beber”, acrescenta Peter Johansson.

    Outro detalhe inteligente é a gaveta escondida na parte lateral do painel de instrumentos, combinada com um resistente suporte para copos com um compartimento escondido para objectos pessoais..

    • Remodelação Radical
      Terra Nórdica A nova forma da cama faz com que pareça muito maior e mais confortável.
    • O Homem de Negócios As luzes de leitura estão localizadas atrás da cama para um efeito melhor. Existe também uma luz atrás do banco do motorista.
    • Tranquilidade Oriental O espaço para arrumos é maior, mas está escondido atrás dos painéis e por baixo da cama.

    Instalações

    Um oásis numa auto-estrada deserta

    Uma cabina bem equipada e confortável é muito mais do que conforto – é uma vantagem competitiva. Na procura dos motoristas mais qualificados, uma cabina confortável tem cada vez mais valor.

    Quando um motorista consegue descontrair e dormir bem à noite, isso nota-se nos registos. Nota-se maior eficácia, menos lesões, menos danos nos camiões e mais entregas atempadas.

    “Um motorista descansado comete menos erros e muito simplesmente custa menos dinheiro”, diz Rikard Orell, director de design da Volvo Trucks.

    Para a transportadora, uma boa cabina é uma condição prévia para atrair os melhores motoristas.

    “Os bons motoristas são cada vez mais raros. As transportadoras que proporcionam as melhores condições de trabalho têm vantagem”, diz Rikard Orell.

    Além disso, uma boa cabina tem espaço para trabalho e lazer. Esse foi o objectivo com o novo Volvo FH.

    “Comparámos a cabina com um hotel de negócios. Deve ser limpa, arrumada e efectiva, mas ao mesmo tempo acolhedora”, diz Carina Byström, responsável pelo design de interiores da Volvo Trucks.

    Um dos objectivos foi criar um ambiente calmo. É por isso que a cabina é dominada por superfícies suaves e limpas e formas amplas.

    “Um ambiente calmo e desimpedido no interior torna mais fácil ao motorista manter-se concentrado no que acontece fora do veículo”, diz Rikard Orell.

    A concentração também é beneficiada pela posição do painel de instrumentos. A partir do banco do motorista, é fácil alcançar os botões e as hastes necessárias para manobrar o veículo. Estes elementos têm formas e superfícies que fazem com que sejam facilmente identificados com as pontas dos dedos, para que possa ter sempre os olhos na estrada.

    O design até ajuda o motorista a gerir longos períodos de tempo sem ter de parar muitas vezes.

    “É por isso que é importante ter uma vasta gama de possibilidades de ajuste no banco e no volante, bem como ter comida e bebida sempre à mão”, diz Carina Byström.

    Também o tempo de descontracção é melhor numa cabina desimpedida. A mobília foi concebida de forma a proporcionar uma vida variada a bordo. As possibilidades de arrumos foram aumentadas, mas estão escondidas atrás dos painéis e debaixo da cama, para que o ambiente continue calmo e tranquilo. A cama e a iluminação são outras duas áreas que foram melhoradas.

    A cabina tem muito tecido no interior, o que, além de tudo o mais, é bom para o nível sonoro, mas o plástico também tem um papel importante no interior. Neste aspecto, a qualidade foi fundamental.

    “Uma cabina de camião tem mais desgaste do que se possa imaginar. Basta ver um volante com alguns anos”, diz Rikard Orell.

    Novas superfícies duráveis foram desenvolvidas para o Volvo FH, combinando suavidade com um acabamento mate. Estas superfícies mantêm um aspecto de qualidade por muito tempo – consequentemente, o mesmo acontece com todo o interior.

    “Pessoalmente, acho que as novas superfícies são mais agradáveis ao toque e à vista”, diz Carina Byström. .


    O fim das noites quentes

    Com potencial para ajudar milhares de motoristas a dormir melhor, I-ParkCool é o nome do novo arrefecimento de parque integrado do Volvo FH. Inclui várias ideias inteligentes. Uma é o facto de não prejudicar a altura em pé no interior da cabina, nem a aerodinâmica do próprio veículo.

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    Em climas quentes, é normalmente utilizado um arrefecedor distinto para arrefecer a cabina quando o motor está desligado. Fixado ao tecto no interior da cabina ou no tejadilho, isso tem custos ao nível do espaço do motorista ou do consumo de combustível do camião. O Volvo FH é único ao oferecer um arrefecedor integrado criado para o efeito.

    Como o I-ParkCool está integrado na cabina, não há qualquer prejuízo ao nível da altura em pé, da aerodinâmica ou do acesso à saída de emergência. Também pesa menos do que os arrefecedores alternativos. Mas ainda faltam mais funcionalidades inteligentes: “Em coordenação com a função Climatização de Parque, o arrefecedor e o aquecimento de parque funcionam em conjunto, quando necessário. Se a temperatura cair a meio da noite, o aquecimento de parque ajudará automaticamente a manter a temperatura definida pelo motorista”, explica Ulf Björkerud, do departamento de desenvolvimento da Volvo Trucks.

    “O I-ParkCool mantém uma temperatura confortável, sem correr o risco de não ter bateria de manhã”

    O arrefecimento é necessário sobretudo no início da noite e de manhã quando o sol nasce. A meio da noite, a temperatura costuma descer e a cabina pode ficar fria. O I-ParkCool mantém uma temperatura confortável durante a noite, sem correr o risco de não ter bateria de manhã.

    “Uma boa noite de sono aumenta a eficácia e a segurança. Um motorista que precise de parar muito e descansar ou, pior ainda, que adormeça ao volante, é um risco para si próprio, para a transportadora e para os outros motoristas”, diz Ulf Björkerud.

    Além disso, se o motorista parar para descansar a meio de um dia quente, o I-ParkCool pode aumentar o efeito de arrefecimento até uma hora. Também tem um temporizador incorporado.

    O arrefecimento é muito eficaz, pelo que normalmente apenas é necessário por breves intervalos. Em conjunto com o baixo nível de ruído no interior e a confortável cama nova, isso significa que uma boa noite de sono não é um sonho. Mesmo em noites quentes, frias, quentes.

    .
    Um par de luvas de trabalho molhadas demora normalmente um dia ou dois a secar.

    Uma questão de detalhes

    Existem vários pequenos melhoramentos no novo Volvo FH. Pequenas coisas que podem fazer uma grande diferença numa viagem longa.

    Uma dessas pequenas coisas é o secador. “O secador é um saco de tecido com uma ventoinha no fundo. Quando não está a ser utilizado, só tem de o dobrar e arrumar. Isto significa que não ocupa quase nenhum espaço na cabina”, diz Peter Johansson, responsável pela ergonomia da Volvo Trucks.

    Apesar de passarem a maior parte do tempo no interior da cabina, os motoristas também têm de passar algum tempo no exterior. Ao carregar e ao montar o atrelado, por exemplo. Em dias chuvosos, o motorista molha-se. Depois, começar o dia com roupas secas pode salvar o dia.

    “Tem espaço suficiente para um casaco e artigos mais pequenos como um chapéu e luvas. E meias, obviamente, para os dias em que as condições meteorológicas estão mesmo más”, diz Peter Johansson.

    A nova cama é outro dos melhoramentos. Tem um colchão mais confortável e ficou mais larga onde é necessário: 4 centímetros na zona da cabeça e 5,5 centímetros na zona das ancas. A zona dos pés, por outro lado, ficou 4 centímetros mais estreita para aumentar o espaço para o banco do motorista.

    “Pode não parecer muito, apenas alguns centímetros, mas são centímetros importantes. A cama parece muito maior no novo Volvo FH”, afirma Peter Johansson.

    Uma das áreas à qual os engenheiros dedicaram muito trabalho foi a iluminação da cabina. Existem duas novas luzes de tecto que fornecem iluminação geral, foram instaladas luzes de leitura em ângulo atrás do motorista, tanto na cama como por cima do banco do motorista, para emitir a luz no ângulo ideal.

    “Tentámos eliminar todas as sombras na cabina posicionando melhor as luzes. Para evitar o encandeamento, utilizámos muita luz indirecta. Um dos exemplos é a luz de entrada que ilumina os degraus sem encandear os olhos”, explica Peter Johansson.

    Os espaços para arrumos também têm uma iluminação melhor. No compartimentos por cima da cama, as luzes acendem-se automaticamente ao abrir a porta.

    Ao conduzir no escuro, tem a vantagem da iluminação nocturna melhorada – luzes LED vermelhas que permitem dispor de iluminação sem prejudicar a visão nocturna.

    “O controlo da iluminação a partir da cama também foi melhorado. Com o novo painel de controlo, é até possível regular a iluminação ou escolher um dos níveis definidos nos interruptores de luz”, diz Peter Johansson.

    Se pretender, o frigorífico pode ser instalado na prateleira por cima da cama. Caso contrário, será instalado por baixo da cama. Os 33 litros de capacidade permitem armazenar bastante comida e até garrafas plásticas de 1,5 litros. Dessa forma, as bebidas ficarão frescas até as consumir.

    Se uma garrafa de água não for suficiente, pode encher o contentor especial com torneira. O contentor é feito de forma a caber no espaço para arrumos adicional debaixo do piso e tem capacidade para cerca de 7 litros. Puxe, rode a torneira e beba.

    A altura do túnel do motor foi reduzida em metade. Isto torna o chão mais plano e facilita as movimentações. O chão tem uma carpete espessa para maior conforto.

    Mais pequenos melhoramentos? Que tal a opção do microondas instalado de fábrica? Da mesma forma, pode optar pelo suporte de TV ou por uma cama com regulação manual ou eléctrica. O banco do passageiro é rotativo e a mesa é mais fácil de montar. Depois, existe a fixação universal para...

    Vários pequenos melhoramentos, todos com a mesma finalidade – melhorar a vida do motorista a bordo do camião. .

    Segurança

    Janelas maiores, um painel de instrumentos com um novo design e novos espelhos retrovisores melhoram a visibilidade do motorista e reduzem o risco de colisões. Pequenas e grandes.

    No totalidade, a área de janela utilizável da cabina aumentou 17%. Isso nota-se mais nas janelas laterais.

    “Agora a extremidade inferior da janela está inclinada para a frente, ajudando o motorista a detectar se algo ou alguém está perto do veículo”, diz Hanna Degerman, responsável pela visibilidade.

    “Não há nada que sobressaia ou que perturbe a visão”

    Com melhor visibilidade para o solo à volta da cabina, é mais fácil para o motorista evitar obstáculos baixos e os dispendiosos danos que podem provocar.

    Em conjunto com o pilar A vertical, os novos espelhos retrovisores dão ao motorista mais 10% de visibilidade. No lado do passageiro, a visibilidade aumentou 20%.

    Outro melhoramento importante é o design do painel de instrumentos. A nova forma é menos intrusiva.

    “Todo o painel de instrumentos tem um novo aspecto que melhora a visibilidade. Não há nada que sobressaia ou que perturbe a visão. Parte disso é o monitor de informações completamente integrado, não perturbando como em modelos anteriores”, diz Hanna Degerman.

    Outro desenvolvimento é a capacidade para ligar até quatro câmaras diferentes ao monitor de informações, e não apenas uma. Isso é importante para uma condução mais segura, por exemplo, em manobras de marcha-atrás, ao carregar ou ao soltar o atrelado. .


    O Volvo mais seguro do mundo

    A nova cabina é a mais resistente de sempre da Volvo. E os testes de colisão mais exigentes do mundo mostram que os motoristas têm boas hipóteses de sobrevivência numa colisão a 80 km/h contra um objecto parado.

    A nova série Volvo FH foi testada contra colisões mais de 1.000 vezes em simulações no computador e 20 vezes na realidade. Isso é muito mais do que testes padrão. Apesar de já não ser necessário, a Volvo continua a testar os seus veículos de acordo com os padrões suecos, conhecidos internacionalmente como o “Teste de impacto sueco” e o “Teste de colisão mais exigente do mundo”.

    ”Até a máquina de café foi testada contra colisões”

    As simulações e os testes tornaram possível criar uma estrutura de cabina que proporciona a máxima protecção ao motorista. A cabina ficou mais larga e resistente.

    Os testes de colisão por trás da mais resistente estrutura de cabina da Volvo até à data.

    Os testes de colisão confirmam os benefícios da nova estrutura da cabina. O manequim do teste de colisão sobrevive até ao teste mais exigente, uma colisão a 50 km/h contra uma barreira em forma de camião. Na vida real, este teste é comparável a uma colisão a 80 km/h contra um camião parado, sugerindo que também um motorista sobreviveria ao impacto.

    “Com o novo FH, tivemos a oportunidade de criar uma estrutura de cabina a partir do zero, sem limitações. Tirámos o máximo partido desta oportunidade para criar o nosso camião mais seguro de sempre”, diz Matti Koponen do departamento de Engenharia de Cabinas da Volvo. Exclusivos da Volvo, os testes são realizados com todos os componentes interiores colocados e os compartimentos para arrumos cheios.

    “Em caso de colisão, não deverá haver qualquer possibilidade de ser ferido por algo no interior da cabina. Até a máquina de café deverá ficar no lugar”, diz Ulf Torgilsman, especialista em colisões do departamento de Engenharia de Cabinas da Volvo. .



    a luz?

    O Volvo FH é o primeiro camião do mundo com uma saída de emergência de série. Trata-se de um tecto de abrir consideravelmente maior. O bónus, claro está, é uma cabina com luz e arejada.

    Metade dos acidentes com camiões acabam com o capotamento do veículo. Sair pela porta quando o veículo está tombado pode ser extremamente difícil. E dar um pontapé no pára-brisas já não é opção, agora que está colado. A solução é uma saída de emergência.

    “Nunca considerámos a hipótese de construir uma cabina sem uma saída de emergência”

    “Nunca considerámos a hipótese de construir uma cabina sem uma saída de emergência.”

    “Se o pára-brisas era para colar, teria de existir outra forma de o motorista escapar. Era imperativo”, diz Ulf Torgilsman, especialista em colisões.

    Clarabóia de dia e saída em caso de emergência.

    É por isso que cada Volvo FH tem agora uma clarabóia construída para funcionar como uma saída de emergência. Mede 50x70 centímetros, o que permite que mesmo os motoristas mais fortes saiam facilmente.

    Além disso, a clarabóia cumpre as exigências das saídas de emergência para camiões que transportem produtos inflamáveis, como gasolina ou outras substâncias.

    Outro conforto é a ampla luz que entra na cabina através da clarabóia. Isso melhora o bem-estar do motorista e reduz a necessidade de iluminação eléctrica.

    “Um ambiente de condução agradável também é importante para a segurança. Torna mais fácil ao motorista manter-se alerta. Assim, pode-se dizer que a saída de emergência ajuda a reduzir as hipóteses de ser necessária numa emergência”, diz Matti Koponen do departamento de Engenharia de Cabinas da Volvo. Isso está de acordo com o objectivo da Volvo de criar camiões seguros. .


    Um salva-vidas com 20 centímetros

    A Volvo foi a primeira com protecção inferior frontal, o sistema que impede o camião de passar por cima de automóveis. No novo Volvo FH, esta protecção foi melhorada, muito para lá do que é exigido por lei. A protecção melhorada irá salvar muitas vidas.

    “O novo sistema de protecção inferior frontal é como uma frente extra no veículo. A protecção anterior podia retrair 10 cm em caso de colisão. A nova pode retrair 20 cm”, diz Peter Rundberget, responsável pelo desenvolvimento de cabinas e segurança da Volvo.

    “O novo sistema de protecção inferior frontal é como uma ponteira extra”

    O sistema de protecção inferior frontal, ou FUPS, foi criado para proteger os motoristas de automóveis em caso de colisão com um camião. Por cada motorista de camião que morre num acidente entre um automóvel e um camião, morrem nove condutores de automóveis. É claro que um acidente que envolva a morte de outro condutor é uma experiência traumática da qual muitos motoristas de camião nunca recuperam, por isso uma boa FUPS interessa a todos.

    A FUPS da Volvo absorve alguma da força em caso de colisão, recuando para debaixo do camião, como um amortecedor para o automóvel. Mas o desenvolvimento desta nova protecção foi tudo menos simples. Com as autoridades e exigirem maior protecção, as empresas de transportes tentam evitar peso adicional.

    “Queríamos criar uma protecção inferior que absorvesse energia sem aumentar o peso. Na verdade, até ficou mais leve. Parte da solução foi uma construção em alumínio”, diz Peter Rundberget.

    O novo sistema de protecção inferior frontal foi testado em 500 testes de colisão simulados em computador e doze testes reais.

    “Quisemos ir mais além dos requisitos legais com este sistema. É por isso que desenvolvemos muitas variantes novas dos testes e incluímos agora mais 10 situações de colisão diferentes. Estou convencido que isso se vai fazer notar em estatísticas futuras”, diz Peter Rundberget.

    As estatísticas de colisões indicam os números absolutos de colisões, lesões e mortes. O que não mostram é o número de motoristas de camião que nunca recuperam de um acidente em que morreu um condutor de automóvel. Ou quantos mudaram de profissão e quanto isso custa às transportadoras em perda de competência e experiência. Se existissem estatísticas como estas, sem dúvida mostrariam as vantagens de um sistema de protecção inferior eficaz. .

     
    Cuidado
    com o camião
    Em noites como esta, a protecção reforçada do novo Volvo FH é verdadeiramente tranquilizadora. Conheça as 5 novas características de protecção.

    Protecção

    Quando está escuro lá fora, as luzes de aproximação permitem ao motorista iluminar o interior e em torno do veículo à distância.

    “Isso permite ver se alguém está nas redondezas ou no interior do camião (e evitar assaltos). As luzes activadas incluem os faróis dianteiros e traseiros do camião e do atrelado, as luzes laterais e a iluminação interior”, diz Carl Johan Almqvist, responsável pelo departamento de Segurança Rodoviária e de Produtos da Volvo Trucks.

    As fechaduras e o alarme foram melhorados. Além disso, o atrelado pode ser ligado ao alarme com sensores, para que seja activado se alguém tentar abrir a porta do atrelado. E a opção por janelas laminadas dificulta o arrombamento da cabina.

    Quando se aproxima do Volvo FH, pode destrancar a porta do motorista sem destrancar a porta do passageiro, utilizando o controlo remoto da chave. Prima uma vez para a porta do motorista e duas para ambas as portas.

    “Isso reduz o risco de entrada de companhias indesejadas pela porta do passageiro enquanto o motorista entra pelo seu lado da cabina”, diz Carl Johan Almqvist. Aumentando ainda mais a segurança do motorista, a grelha pode ser equipada com um fecho electro-mecânico. O bloqueio do volante também é electro-mecânico. .


    Agora pode ter ajuda imediata no seu próprio idioma – em toda a Europa. De série no novo Volvo FH, esta nova tecnologia inteligente aumenta a segurança do motorista e reduz o período de inactividade do transportador. Se alguma coisa correr muito mal, basta premir o botão: a ajuda está sempre por perto.

    Uma avaria, um pneu vazio ou um pára-brisas partido pode acontecer a qualquer camião. Mas se acontecer num Volvo, não ficará por sua conta e risco. E a assistência é agora ainda mais rápida.

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    “Não vale a pena negar – as avarias não podem ser completamente evitadas. Mas podemos tornar o mais fácil possível a obtenção de ajuda quando acontecem. É esse o objectivo do Volvo Action Service On Call. Prima o botão VAS e a ajuda não demora a chegar”, diz Christian Gustavsson, responsável pela assistência da Volvo Trucks.

    Quando o motorista prime o botão, é automaticamente feita uma chamada para o suporte técnico do Volvo Action Service, onde será ligado a um operador que fala no idioma do motorista. O operador recebe imediatamente informações sobre qual o camião de origem da chamada e onde se encontra.

    “O Suporte Técnico recebe imediatamente a sua localização exacta”

    O motorista pode concentra-se em explicar o que aconteceu. Juntamente com os códigos de avaria do camião, essa explicação ajuda a oficina a identificar o problema sem demoras. As paragens são dispendiosas – o período operacional é essencial para a rentabilidade.

    Volvo Action Service On Call – ajuda rápida quando mais precisa.

    “Graças à chegada imediata de informações exactas ao Suporte Técnico do VAS, o veículo está normalmente pronto para trabalhar de novo muito mais cedo. O facto de a ajuda estar à distância de um simples botão é também tranquilizador para o motorista”, diz Christian Gustavsson.

    “Uma grande vantagem é o facto do Suporte Técnico receber imediatamente a localização exacta do camião. Em média, um motorista demora oito minutos a explicar onde se encontra o camião. São minutos preciosos numa situação de avaria. Com o botão do VAS, apenas demora um segundo graças ao GPS integrado”, diz Christian Gustavsson.

    O botão também aumenta a segurança de outras formas. O Volvo Action Service pode ajudar um motorista que fica doente ou que precise de chegar rapidamente a casa, talvez por alguma emergência familiar. Até pode ser dada ajuda para alugar outro veículo ou atrelado enquanto se procedem a reparações.

    O Volvo Action Service está disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano. Tem uma rede de mais de 1.100 oficinas na Europa. Isso significa que não terá de esperar por ajuda muito tempo, onde quer que esteja ou a que horas for. Quem guiar um novo Volvo FH terá acesso ao Volvo Action Service On Call. .

    Para tornar um motorista
    mais eficiente,
    dê-lhe um controlo remoto

    Carregamento

    Lembra-se de quando tinha de se levantar para mudar de canal na televisão? Parece antiquado, mas é a realidade para um motorista de camião durante um carregamento. Até agora. Com um controlo remoto sem fios, muita das entradas e saídas da cabina podem ser evitadas.

    Prima um botão e o veículo ajusta-se à altura da zona de carga. A plataforma elevatória desce e o carregamento começa – o monitor confirma que a carga está a ser distribuída de forma equilibrada, sem exceder o peso máximo para o eixo. Depois de carregado, feche a plataforma elevatória, entre no camião e conduza.

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    O controlo remoto poupa tempo, independentemente de ser o motorista ou outra pessoa a proceder ao carregamento. Dado que o monitor mostra uma variedade de dados do indicador de carga, é fácil evitar situações de sobrecarga ou carregamento desequilibrado sem ter de estar sempre a entrar e sair da cabina para verificar o indicador.

    “Alguns anos atrás, deixámos os motoristas começar a testar o primeiro controlo remoto. As reacções ao protótipo foram muito positivas, pelo que continuámos a desenvolver a versão final”, diz Markus Olsson, especialista em componentes que trabalha com o controlo remoto da Volvo.

    Com a ajuda de um controlo remoto, é possível elevar e descer a suspensão, inclinar o camião para um dos lados, trabalhar com a plataforma elevatória, controlar a iluminação da carga, ligar, parar e aumentar as rotações do motor e trancar o veículo.

    O controlo remoto tem três modos diferentes: carga, equipamento e caixa amovível. As funções disponíveis em cada modo são em grande parte decididas pelo motorista.

    “Conseguir estar fora do camião e vê-lo de lado torna o trabalho muito mais simples. Estou convencido que este pequeno dispositivo vai ajudar de muitas formas”, diz Markus Olsson. .

    Mais fácil, rápido e simples

    Os tempos estão a mudar para os motoristas que passam o dia a mudar de carga e atrelado. Pequenas ideias de tecnologia tornam as grandes tarefas mais fáceis, rápidas e simples.

    Incrível, até o atrelado pode ser inclinado para um dos lados para ficar mais próximo, mesmo quando a zona de carga não está nivelada. Isso é feito elevando e baixando a suspensão de cada lado do camião. Juntamente com a possibilidade de elevar e baixar a suspensão dianteira e traseira, isso torna o atrelado muito versátil.

    “Permite fazer marcha-atrás mais perto de objectos baixos”

    Mudança rápida de caixas amovíveis. Com o controlo remoto, a mudança de caixas amovíveis é agora mais simples. As duas posições fixas são agora três, podendo todas ser guardadas. Isso significa que o motorista pode guardar as três alturas padrão para caixas amovíveis e ajustar a altura do veículo com um simples botão, em vez de mudar a altura manualmente sempre que necessário.

    Memoriza a zona de carga. Até existe uma definição fixa para carga. O motorista pode guardar quatro alturas diferentes para que o camião se ajuste automaticamente à altura predefinida com um simples botão: um atalho para motoristas que regressam muitas vezes à mesma zona de carga ou a outras semelhantes.

    Um indicador de carga que pode ser calibrado por si. Poupando tempo e custos na oficina, isso permite ao motorista ou à transportadora calibrar o indicador de carga sempre que estão disponíveis escalas. A calibragem é efectuada a partir da cabina com o indicador de carga, onde podem ser guardados os dados de um máximo de 20 atrelados diferentes.

    Suspensão traseira com maior curso. O maior curso ajuda quando se muda de atrelado, permitindo ao motorista baixar o veículo o suficiente para fazer marcha-atrás debaixo do atrelado. E a suspensão tem uma barra estabilizadora montada invertida para que possa recuar para mais perto de objectos baixo, como zonas de carga e espalhadoras de asfalto. .

    Assistência
    em viagem

    Operacional

    O novo Volvo FH permite aumentar o período operacional mais do que nunca. A nova tecnologia que apresenta permite à oficina realizar uma inspecção de peças vitais enquanto circula. Isso significa que a manutenção pode ser planeada de acordo com necessidades reais.

    Esta notícia é possível graças à Gateway de Telemetria, a unidade de comunicação do Volvo FH que mantém o camião, o motorista e a transportadora um passo à frente em várias situações. Para manutenção com base em necessidades reais, envia um relatório à oficina para que o técnico possa ver o estado de peças vitais, como pastilhas dos travões, embraiagem, bateria e desumidificador.

    “Se estas peças estiverem em melhores condições do que o esperado, a oficina pode ajustar o plano de manutenção de forma a que o veículo receba a manutenção quando for realmente necessário”, diz Christian Gustavsson, responsável pela assistência da Volvo Trucks na Europa.

    Como parte do novo Contrato de Assistência Gold, isso irá permitir aos clientes esquecer o plano de manutenção e deixar que a oficina trate disso. O técnico registará a quilometragem do camião, a que velocidade os componentes se desgastam e ajustará o plano de manutenção de acordo com esses dados, chamando-o para manutenção quando o camião precisar.

    “Conseguir inspeccionar o desgaste remotamente significa que não terá de visitar a oficina muitas vezes, sendo servido antes de ser tarde demais”, diz Christian Gustavsson.

    “É como ter um técnico virtual a bordo”

    A manutenção evoluiu muito no sentido de corresponder às necessidades individuais do camião. O facto de existirem tantos elementos com necessidades de manutenção num camião significa que esta manutenção baseada na realidade terá um efeito importante no período operacional e na rentabilidade da transportadora.

    “A transportadora poderá utilizar mais eficazmente o camião – e com mais toneladas-quilómetro”, diz Christian Gustavsson.

    Em caso de avaria, a unidade de comunicação envia os códigos de avaria para o Volvo Action Service, que contactará uma oficina Volvo próxima para que o veículo de assistência possa levar os mecânicos, as ferramentas e as peças correctas.

    “Enviar um mecânico que está a horas de distância para determinar o que está errado e depois voltar à oficina para obter a peças certas é um incrível desperdício de recursos”, diz Christian Gustavsson, para resumir.

    “Nestas situações, uma verificação remota pode até significar que o camião pode cumprir o prazo de entrega depois da reparação. É como ter um técnico virtual a bordo”. .


    100% de disponibilidade
    Uma promessa escrita a letras douradas

    Muitas transportadoras descobriram que um contrato de assistência Volvo é uma excelente forma de aumentar o período operacional do veículo e de se concentrarem em fazer dinheiro. Até agora, a melhor solução era o Contrato Volvo Gold. Mas com um melhor Volvo FH, é agora possível fazer uma proposta de negócio ainda melhor.

    O novo Contrato Volvo Gold oferece 100% de disponibilidade. E isso é garantido.

    Como é possível? Como uma parceria, o novo contrato ajuda a Volvo a compreender melhor as operações do cliente. Em conjunto com a conectividade do novo Volvo FH, isso permite à oficina ter um papel proactivo, inspeccionando peças vitais enquanto o camião circula e ajustando o plano de manutenção de acordo com a realidade. E porque a realidade nunca é completamente previsível, combina o Volvo Action Service On Call e uma rede de 1.100 oficinas, todas empenhadas em fazer diagnósticos e reparações correctas à primeira.

    O que nos leva a outra promessa escrita a letras douradas, a Garantia de Disponibilidade. Em caso de paragem, a Volvo recoloca o camião a circular no tempo acordado. Na verdade, se demorar mais, a Volvo pagará ao cliente. Faz tudo parte do contrato.

    É claro que a Volvo sabe o que faz como, tal como o cliente, e o novo Volvo FH é um camião em que todos podem confiar.

    Acrescente o novo contrato gold ao seu Volvo FH. Vale o seu peso em ouro, só com o período operacional que proporciona. .


    Não se preocupe com o futuro

    A tecnologia do futuro já está disponível no novo Volvo FH. Com uma pequena ajuda da nova unidade de comunicação, as actualizações de funcionalidades podem ser frequentes sem qualquer inconveniente. A tecnologia no interior do camião é feita a pensar no futuro.

    Quando um Volvo FH sai da fábrica, sabemos que algumas das suas características irão evoluir várias vezes durante a sua vida útil. Os sistemas informáticos que controlam a transmissão, os instrumentos e o motor, por exemplo, podem agora ser actualizados online.

    “Quando desenvolvermos um método com um consumo mais económico para mudar de velocidades, o camião poderá ser actualizado sem sequer se aproximar de uma oficina”, diz Christian Gustavsson, responsável pela assistência da Volvo Trucks.

    “Isso significa que fica com um camião melhor, sem visitas adicionais à oficina”.

    A Gateway de Telemetria é a unidade de comunicação ligada aos computadores que gerem o motor e a caixa de velocidades. Também está ligada a sensores que detectam a condição das peças, ao Dynafleet, ao tacógrafo e a outras funções importantes. Pode partilhar informações destes sistemas com a oficina, normalmente como códigos de avaria.

    “É como um portal para toda a gama de valiosas funcionalidades que permitem poupar tempo”, diz Christian Gustavsson

    Graças à Gateway de Telemetria, a oficina pode monitorizar a condição das peças do camião online, antes de uma manutenção planeada. Se o desgaste for menor do que o esperado, a manutenção pode ser adiada. Desta forma, a transportadora evita visitas desnecessárias à oficina e períodos de inactividade.

    Como a Gateway de Telemetria aumenta a inteligência dos camiões.

    Outra importante funcionalidade permitida pela unidade de comunicação é o botão VAS. Este é de série e possibilita uma linha directa para o Volvo Action Service On Call – aberto 24 horas por dia, 365 dias por ano, com mais de 1.100 oficinas em toda a Europa.

    “Um portal para valiosas funcionali-
    dades que permitem poupar tempo”

    “Em caso de avaria, o motorista prime o botão. O veículo contacta o suporte técnico do Volvo Action Service e envia informações sobre o motorista para que fique ligado a um operador que fale o seu idioma”, diz Christian Gustavsson.

    O operador também pode ver onde se encontra o veículo, algo que, de outra forma, demora muito tempo a acontecer por telefone.

    “Quando o operador obtém informações vitais directamente a partir da unidade de comunicação, não tem de ser o motorista a ajudar o operador e será este a ajudar o motorista – como deve ser”, diz Christian Gustavsson. .